Então leia o trecho que selecionamos do artigo que foi publicado na Revista Caras (ed:860 Ano17 número 18) escrito pelo psicanalista Alberto Lima.
"Com o passar do tempo, o fogo abranda e o gráfico da paixão ameaça raspar na base do papel. O entusiasmo arrefece, o envolvimento se afrouxa, o olhar já não pousa sobre os olhos do outro. Os beijos já não são ardentes e dão lugar a protocolares bicotas. O sexo deixa de ser tão frequente, parece não suscitar o mesmo élan. E a motivação para os programas a dois diminui. A vida é assim, certo?
Errado. E o erro está em acreditar que a manutenção de um casamento - e do fogo, claro - seja algo automático, que deveria decorrer naturalmente do simples fato de a relação ter-se sedimentado.
Uma relação amorosa é um grande desafio. O jogo começa quando se pensa que terminou (com a efetivação da união). Não se sustentará, a menos que seja vivido como um constante exercício de conquista. Amor é labor. E há de ser assim, ou perecerá." Alberto Lima.
Acesse aqui o link e leia o artigo publicado na Revista Caras (ed:860 Ano17 número 18) escrito pelo psicanalista Alberto Lima.
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